Nesses dias que antecedem a eleição, o desespero de certos devotos de Lula parece ter entrado em modo parque de diversões: artistas, influencers e autoproclamados intelectuais estão que nem preá em casinha de roda-gigante, girando em círculos e procurando desesperadamente onde será a próxima estação da mamata cultural.
É que a possibilidade de mudança no Palácio parece ter produzido uma descoberta científica nessa fauna de seres especiais: até revolucionário profissional precisa de endereço, cachê e alguma coisa para pagar o cafezinho. Agora é cada um por si, o preá por todos e a velha pergunta martelando na cabeça: “E quando a urna fechar, quem é que vai continuar alimentando a gente?”
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