Tem esquerdista que leva uma paulada da realidade e responde: “Lula, eu te amo!”. A inflação sobe, o salário encolhe, a conta chega e ele ainda abre um sorriso apaixonado — isso já não é ideologia, é namoro tóxico com cartão de fidelidade. Quanto pior fica, mais ele se declara: “É isso aí, companheiro!”.
O vizinho prosperou? Suspeito. Comprou carro? Capitalista. Abriu empresa? Explorador. Ficou rico? Chama a perícia! E, quando esse espírito chega à escola, aparecem os “professores e educadores” querendo dividir a visão torta deles com a criançada: pegam o próprio fracasso, dão uma maquiada de consciência social e entregam como se fosse material didático.
No fundo, é o masoquista altruísta: não quer sair do buraco, quer montar um condomínio lá dentro e cobrar aluguel de quem ainda está na superfície. E tudo com a bênção do grande amor nacional, Lula. É tanta vocação para o inferno que até o diabo, depois de ouvir a proposta pedagógica, puxaria uma cadeira e diria: “Amigo, aqui já está complicado demais — procura outro departamento!
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