De um lado, em Recife e outras capitais nordestinas, a romaria de carros e motos seguindo Flávio Bolsonaro; do outro, 17 rostinhos célebres reunidos num comercial de “Bora Lula”, como se fama viesse acompanhada de procuração popular.
O contraste parece até piada pronta: uma paisagem cheia de gente em movimento contra um quadro de paisagem morta, onde os artistas imaginam que um “Bora Lula” seja suficiente para ressuscitar, no grito, a popularidade que as urnas ainda terão de medir.
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