Há quem não entenda por que Ronaldo Caiado, a menos de uma semana da eleição, insiste em críticas cerradas a Flávio Bolsonaro. Mas, como diria Sherlock Holmes, “elementar, meu caro Watson”: se Flávio vencer, o relógio de Caiado para 2026 pode simplesmente deixar de existir.
Agora, se Lula vencer, abre-se outro capítulo do roteiro: quem sabe não se repete, no próximo mandato, a fórmula que já derrubou Dilma? E, nessa hipótese, Caiado poderia reaparecer no palco como “grande opção”. Política, afinal, também é a arte de cuidar do amanhã — principalmente quando o hoje não oferece muito espaço.
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