O desespero é de quem produz de verdade, não dos que industrializam conversa fiada para picaretear na web ou na mídia militante. Empresários estão de mãos postas, alguns de joelhos, torcendo para que o próximo governo tenha coragem de mandar de volta ao inferno os emplastros que sufocam quem trabalha, investe e paga a conta — porque 2027 pode ser o ano em que a fornalha econômica deixe de ser ameaça e vire incêndio.
Enquanto isso, uma parte do país segue no churrasco e no futebol, acreditando que alguém sempre pagará a conta. Artistas decadentes, militantes de museu e a turma do “Lula, meu amor” podem continuar de costas para a realidade; quem produz já entendeu o recado: em 2026, a calculadora vai para a urna — e 2027 cobrará o resultado.
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