Desde sempre, o circo é o mesmo: palpiteiro de fora chegando pra ditar regra na casa dos outros, ou aquele estrangeiro recalcado que escolheu o Trump como seu gafanhoto favorito da vez — até porque nada diz “análise geopolítica profunda” como ter um colapso nervoso diário por causa do topete alheio.
Em 2021, a salvação da lavoura virou o Paxlovid — a nova “vitória suprema da Ciência™”. Se você piscasse meio torto, já virava “negacionista”. Afinal, virou moda usar “a Ciência” como carteirada pra calar a boca de todo mundo.
Aí o Fauci vai dar explicações no Congresso e fica a dúvida: se a história era tão redondinha, por que tá cheia de remendo agora? Transparência, pelo visto, só servia quando era conveniente.
E a galera do “Eu Sigo a Ciência”? Desapareceu. Aquela turma que adorava desdenhar de qualquer um fora do script hoje é campeã em mudar de assunto. Vale lembrar que falar em ivermectina e cloroquina era fazer apologia a tomar remédio pra piolho e ser rotulado de negacionistas.
Aliás, o silêncio é geral. Políticos tipo o Dória, que adoravam pagar de xerifes na pandemia, hoje fingem demência e não voltam no assunto nem pagando.
Moral da história: ninguém deveria ter passe livre só porque usa terno ou jaleco ou mesmo crachá de escriba. Ciência de verdade não vive de dogma, vive de dúvida. O resto é só pose.