Nas eleições do próximo domingo, o empresário que produz, investe, gera empregos e paga a conta dos salários dos setores público e privado será como um trem que segue firme nos trilhos, carregando o Brasil nas costas, enquanto um bando de imprestáveis tenta assaltá-lo pelo caminho, todos de olho na locomotiva do dinheiro público e desesperados para que a farra nunca termine.
Não foram quatro anos fáceis para quem trabalha e sustenta essa engrenagem: a carga tributária sufocou, as dívidas se multiplicaram e os vagões ficaram pesados demais, enquanto os parasitas de plantão disputam um lugar na locomotiva sem jamais terem colocado carvão na caldeira; no próximo dia 25, quem produz espera um governo sério, que cumpra o que promete e abandone a vocação para a picaretagem estatal, porque o trem da produção não pode continuar financiando a viagem de quem só sabe viver à custa dos outros!