Há quem passe pela Estrada de Madureira, Nova Iguaçu, e imagine que a eleição só tem dois andares: deputado federal e estadual. Por ali, Luizinho e Vaguinho parecem ter comprado o elevador, enquanto Senado, Governo e Presidência ficaram esperando na portaria.
O curioso é que todos pertencem a partidos, coligações e alianças — mas, na hora de dividir o esforço, cada candidato descobre uma admirável vocação para cuidar exclusivamente do próprio umbigo eleitoral.
Compromisso partidário? Ora, isso é assunto para depois da eleição; agora, cada um trata de salvar sua própria cadeira, porque patriotismo é bonito no palanque, mas voto mesmo, segundo eles, é patrimônio particular.
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