A direita pode até estar com o estômago embrulhado, mas, na política, há alianças que exigem mais do que voto: exigem um fígado de avestruz! João Doria, depois de trair o pai de Flávio Bolsonaro, agora aparece com o prato posto para servir uma reconciliação que tem cheiro de oportunismo requentado.
Reunir 400 empresários para esse banquete não apaga o passado nem transforma traição em virtude: é o velho teatro político, no qual o mal troca de roupa, ensaia um sorriso e tenta ressuscitar fantasiado de aliado. Há ressurreições que não inspiram fé; provocam ânsia de vômito!
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