A coordenação da campanha de Lula parece ter descoberto uma nova modalidade de esperteza eleitoral: trocar o vermelho pelo verde-amarelo e estampar o 13 no peito ou nas costas, numa tentativa de embaralhar a cabeça do eleitor do 22 — a apelação e o desespero parecem ter fugido ao controle, porque, quando faltam argumentos, até a camisa da Seleção vira ferramenta de campanha!
Depois do panelaço no horário da entrevista de Flávio Bolsonaro à Globo, que acabou expondo o risco de mirar no adversário e acertar o próprio governo, agora a aposta seria vestir as cores associadas aos Bolsonaro para pescar votos na confusão: é o velho oportunismo eleitoral fantasiado de patriotismo, na esperança de que o eleitor veja o amarelo, esqueça o número e aperte o 13 — só falta combinar com a urna e com a memória do eleitor!
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