A depredação no metrô de São Paulo, às vésperas do segundo turno de 2026, pode produzir um efeito eleitoral semelhante ao arrastão de Ipanema, em 1992, que ajudou a deslocar o debate para a segurança pública e favoreceu César Maia contra Benedita da Silva. Na política, há episódios que valem por mil discursos: se a imagem do caos prevalecer sobre as explicações partidárias, o estrago poderá ultrapassar os trilhos do metrô e atingir em cheio as pretensões eleitorais do PT.
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