Carlos Gilberto Triel
A lucidez é uma faísca rara que incomoda quem vive nas sombras das velhas raposas políticas. Enquanto um jovem brilhante como o Nicolas desperta multidões com clareza e coragem, uma fração da sociedade prefere se agarrar a ideologias vencidas. É o primeiro sinal de que a imaturidade não é exclusividade dos novos, mas um refúgio para quem se recusa a evoluir com o tempo.
Observe os velhos 👴 que ruminam um mundo que não existe mais, estagnados entre o quarto e a cozinha. Eles perambulam pela casa, consumindo o que veem pela frente, enquanto destilam um recalque amargo nas redes sociais. É um espetáculo triste de "mímimi" e vitimismo, onde a maldade surge apenas porque não suportam ver o sucesso de quem ousa desafiar o status quo.
Tratam a política com a régua emocional de um time de futebol, cegos para a lógica e para os fatos. Essa "fauna artística" e os aposentados da lucidez insistem em repetir fórmulas que já fracassaram em suas próprias vidas. Para eles, criticar a renovação é uma tentativa desesperada de validar décadas de escolhas erradas e de um tempo que se esvaiu sem propósito.
Lá fora, a realidade é bruta e não aceita teorias: a comida não brota por mágica nas prateleiras dos mercados. É a massa de agricultores, sob sol e chuva, quem garante que o prato desses críticos permaneça cheio todos os dias. Ignorar o suor de quem produz para sustentar ideologias de gabinete é a prova final de uma desconexão completa com a engrenagem da vida.
A gratidão é a frequência quântica que separa o homem realizado do eterno fracassado que vive em ondas de amargura. Olhe para esses senhores que apenas reclamam e pergunte-se: é nesse estado de espírito que você deseja terminar seus dias? Sem o "adubo" da gratidão e o reconhecimento do esforço alheio, a vida não passa de uma sequência medíocre de dias sem cor.





